Como disse Brillat Savarin “é preciso digerir para viver”.
Digerir de: “dividir, desunir, dissolver, pôr em ordem, levar para diversas partes, absorver”.
Penso que, digerir tudo, alimentos e sentimentos.
É preciso digerir bem para viver bem.
Escolhas alimentares mais conscientes, saudáveis e sustentáveis
Como disse Brillat Savarin “é preciso digerir para viver”.
Digerir de: “dividir, desunir, dissolver, pôr em ordem, levar para diversas partes, absorver”.
Penso que, digerir tudo, alimentos e sentimentos.
É preciso digerir bem para viver bem.
Sempre fico pensando sobre o máximo de influencias que a gente sofre, e que nos levam a fazer as escolhas alimentares que fazemos todos os dias.
A alimentação é uma atitude biológica necessária para a manutenção da vida, mas é também um comportamento cultural que carrega fortes elementos psicológicos e afetivos.
Quando comemos, a comida passa a fazer parte do nosso corpo, afinal comemos calorias, energia, nutrientes, etc., mas também comemos significados.
Desde o principio da humanidade, a comida e todo o processo do comer foram elementos de estruturação identitária, talvez o elemento mais forte, o que mais se comunica. Não só as questões propriamente
culinárias, mas as crenças relacionadas a comida, o modo de comer, as funções sociais relacionadas à refeição, enfim, todo o processo.
Faz sentido pensar que se o homem escolhe o que comer baseado em critérios de disponibilidade, o sistema alimentar – o qual está inserido, ambientais, econômicos, nutricionais, éticos, de preferências, etc., escolhe também por simbologias e significados.

“Comemos aquilo que nos faz bem, ingerimos alimentos que são atrativos para os nossos sentidos e nos proporcionam prazer, enchemos a cesta de compras de produtos que estão no mercado, e na feira, e nos são permitidos por nosso orçamento, servimos ou nos são servidas refeições de acordo com nossas características: se somos homens ou mulheres, crianças ou adultos, pobres ou ricos. E escolhemos ou recusamos alimentos com base nas nossas memórias, experiências diárias e em nossas ideias dietéticas, religiosas ou filosóficas.”
Contreras & Gracia
Somos motivados a escolher por fatores como saúde, praticidade, apresentação da comida, para controlar o peso ou lidar com alguma emoção, por recomendação profissional ou porque está na moda, porque confere status social ou tão somente porque temos vontade e achamos gostoso.
Consciente ou inconscientemente estamos sempre equacionando nossas motivações para comer, ou seja, a causa que nos impulsiona a fazer determinadas escolhas.